Pular para o conteúdo

Como me acostumei a ficar pelado

  • por
 

Antes de você começar a ler, um aviso: não serei “puritano” na hora de descrever a sensação de ficar pelado, não pouparei palavras, falarei sobre pau, bunda e masturbação.

Este blog é uma forma de eu me libertar, de mostrar que apesar de toda a civilização que cresceu e criou regras desde o tempo das cavernas, o ser humano ainda tem um lado.

Desde criança, sempre gostei de ficar pelado. A sensação de caminhar com o pênis balançando, sentindo o frescor nas nádegas.

Sempre que estava sozinho, arranjava um tempo para tirar as roupas. Quando descobri a masturbação, só conseguia bater uma estando pelado.

Eram poucos momentos, mas eu sempre quis experimentar a sensação de ficar um tempão desse jeito e o melhor jeito de fazer era dormir peladão.

Eu via nos filmes que vários homens dormiam e acordavam sem roupa. Queria imitar, ter a sensação, mas não queria ser descoberto pela minha mãe que sempre me acordava.

Foi em um sábado a noite, por volta dos 12 anos, quando não teria que acordar para a escola que experimentei dormir pelado sem nunca ter começado a me acostumar só sem camiseta, pelo menos. Não foi uma experiência agradável porque aquilo foi demais para mim. Meu pau ficou duro como uma rocha e não conseguia dormir porque tudo aquilo era emocionante, uma mistura de medo por ser descoberto e excitação.

 

Tive que me vestir. Tentei outras vezes, mas não conseguia dormir de jeito nenhum. A sensação de deitar pelado na cama é sensacional, você se sentir cada parte do seu corpo nua, encostando no lençol. Infelizmente meu pau não amolecia a menos que me vestisse. E se batesse uma, a vontade de ficar pelado passava assim que as últimas gotas saíam.

E eu não gostava do meu pau duro. Não pelo tamanho, mas quando ele ficava, ele ficava todo coberto com a pele, sem a cabeça a mostra. Achava aquilo normal até ver um pau duro durante a minha iniciação a pornografia. Os outros paus tinham a cabeça exposta quando ficavam duros. Não achava que era normal.

Eu tentei forçar a pele e realmente consegui, até causar um problemão: a bendita parafimose, que foi uma emergência médica. Eu poderia perder meu amigão por causa disso, então tive que contar aos meus pais e marcar uma consulta rápida com um urologista… Aos 13 anos fiquei pelado na frente de desconhecidos e conheço muitos homens adultos que acham isso tabu, de ficar pelado na frente dos médicos, que realmente podem te ajudar.

Apesar dos problemas, levo comigo algo: sempre aprendemos com os erros e alguns males sempre vêem para o bem.

A cirurgia de circuncisão é uma das mais simples, extremamente comum no meio médico e resolveria o problema. Não vou entrar em detalhes dessa parte, foi rápida e indolor com a anestesia. O problema seria o pós operatório.

Eu deveria ficar sem relações sexuais e punhetas durante 30 dias, mas o pior foi ter que me acostumar com a sensação de ficar com a cabeça do pênis encostando na cueca. Era uma sensação horrível, uma mistura de coceira com agulhadas.

Mas eu tinha algo a meu favor: era verão, eram férias da escola, eu passava a maior parte do tempo sozinho. Então resolvi passar os 30 dias pelado  enquanto estava sozinho, claro.

 

No primeira noite da cirurgia, estava com o curativo no pau e deveria deixar ele sempre com a cabeça virada para cima, em direção ao umbigo.  Minha melhor escolha foi tentar dormir pelado e tentar me livrar de qualquer pensamento que fizesse o garotão ficar duro. Finalmente, consegui dormir pelado pela primeira vez.

Eu só voltei a ter essa experiência de dormir pelado anos depois, lá pelos meus 18 anos. Estava calor e resolvi tirar a camiseta. Não conseguia dormir, tirei a bermuda. Cara, a cueca só incomoda, vou tirar ela também. A primeira reação do meu pau, é claro, foi ficar duro, mas consegui me controlar. Não pensei nele, pensei no frescor que eu sentia nas costas, na bunda e nas pernas. A partir daquele dia, dormir pelado não se tornou apenas um hábito, foi uma obrigação. Nunca mais dormi de roupa. Meu sono também melhorou demais!

Nos dias quentes gosto de dormir descoberto e nos dias frios coloco mais cobertas, mas nunca visto uma única peça de roupa. De manhã, acordo sem vestir nada e faço meu café naturalmente.

 

Em dias mais quentes, faço todas as minhas tarefas sem roupa. Uma liberdade que aprecio, pois parece que me desconecto da realidade por um tempo e vivo o momento.

Isso, claro, rendeu alguns encontros e situações hilárias, mas contatei outro dia por aqui.

Se um dia você tiver essa oportunidade, faça! É incrível!

Antes de terminar só queria avisar que não será a última vez que farei posts com fotos completamente pelado, até porque o objetivo desse blog é discutir temas relacionados a nudez e é, claro, quero muito falar sobre o próprio pau (ereção, masturbação) futuramente.

Esse foi apenas o início da conversa sobre ficar pelado, tem muita coisa para falar!

Até breve!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *