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Descobrindo a punheta

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Acredito que o primeiro contato com o prazer sexual do homem é com a masturbação. A surpresa por ver que o pinto pode ser usado além de mijar é única e divertida.
 
Neste post vou contar a história engraçada de como eu descobri a punheta, que certamente é um assunto que nunca conversei com nenhum amigo. Ter a liberdade para mostrar minha intimidade explícita é algo que vou aproveitar e muito no meu blog.
 
Acima de tudo é uma história engraçada e em qualquer lugar seria meio imprópria de contar. Nesse post específico não vou me aprofundar muito sobre os meus pensamentos sobre a masturbação e a pornografia. Os dois temas podem render muitos assuntos e posts separados, essa é apenas uma história.
 

Menino Inocente

Lembro de ter ereções desde criança, apesar de não entender o que significa. Achava (e ainda acho) meio esquisito ter que mijar com o pau duro. E eu também era (ainda bem) um menino inocente que não fazia ideia de como era o sexo. Lembro que um coleguinha do primeiro ano disse ter visto como os bebês eram feitos. Segundo ele, a mãe subia no pai. Eu ficava imaginando eles como trapezistas de circo.
 
Mas a TV mexia com a minha imaginação. Desde pequeno eu via nas novelas que quando o casal se amava, eles se beijavam e ficavam pelados na cama (claro que na TV não era nada explícito). Eu não fazia ideia de que aquelas cenas de edredom se mexendo simulavam o ato sexual. Mas eu queria imitar, queria ser que nem o homem que beijava a mulher mais gostosa da novela e fazia aqueles movimentos. Já com 10 anos isso deixava meu pau excitado, apesar de não entender o porquê.
 
Lembro que uma vez eu fiquei pelado no meio do dia e comecei a imitar o homem beijando uma mulher fictícia abaixo dos cobertores. A minha mãe viu eu fazendo isso e ficou muito brava, disse para me vestir. Na verdade ela só viu que eu estava pelado (e de pau duro).
 
 
 
Mesmo assim, de vez em quando eu tinha o costume de ficar pelado e beijar qualquer coisa. Eu tinha um boneco de borracha e fingia que era minha namorada, só ficando nos beijos e com o pau duro, sem encostar nele, nem nada.
 
Naquela época eu não sabia o que era masturbação, nunca tinha visto ninguém pelado além de eu mesmo, desconhecia qualquer coisa sobre pornografia e sexo.
 

A grande descoberta

Aos 12 anos eu estava na fase de querer dormir pelado. Já falei em um post anterior que foi difícil e eu sempre desistia por causa das ereções.
 
Mas nessa noite em específico, sem conseguir dormir, resolvi beijar minha amiga imaginária na cama e imitar a movimentação por baixo do edredom. No movimento, comecei a esfregar meu pauzinho duro e em um dado momento comecei a sentir um prazer imenso nessa região, algo que nunca tinha sentido na vida. Comecei a esfregar o pau fazendo pressão contra o colchão (hoje eu digo que eu fodi o colchão) e estava uma sensação maravilhosa. Fazia lentamente, aproveitando cada segundo daquele prazer.
 
Até eu levar um susto. Estava tudo escuro e aquela sensação era completamente nova… senti um prazer imenso e uma pressão forte na barriga. Meu pau pulsou por vários momentos e eu tomei um banho de “mijo”. Bom, era o que eu pensava naquela época. Senti um nojo tão grande que fui correndo me vestir. Consegui dormir em seguida.
 

Ah, porra!

 
 
Mas ao acordar no dia seguinte, me lembrei daquela sensação de prazer intensa. Eu precisava “mijar” daquele jeito de novo, mas não poderia ir para a cama porque meu irmão mais velho estava de olho. Por isso, fui no banheiro, tirei a roupa e… bem, eu não sabia exatamente o que fazer.
 
Como eu esperava liberar um mijo, decidi sentar no chão abaixo do chuveiro porque ficaria mais fácil de limpar.
 
 A excitação por esse momento já deixou meu pauzinho duro e eu tentei de todas as formas conseguir atingir aquele ponto de prazer.
 
Finalmente depois de um bom tempo tentando encontrar a forma de sentir prazer, descobri que esfregar o pênis na barriga se assemelhava a sensação de foder o colchão. Demorou (eu quase desisti), o prazer veio (menos intenso do que eu esperava) e uma grande surpresa para mim: ao invés de mijo, meu pênis expeliu um líquido branco quase transparente e grudento.
 
 
É claro que tomei um susto na hora. Achei estranho, muito estranho. Mas gostei da sensação.
 
Era início da primavera, os dias começavam a ficar quentes. Todos as tardes eu ia para um banheiro secundário de casa, que ficava na área de serviço e isolada, raramente alguém entrava lá. Lá se tornou meu lar da punheta.
 
Eu me sentava no chão, completamente pelado e depois de um tempo descobri que para atingir o prazer e liberar aquele líquido branco e estranho, eu não teria apenas que fazer movimentos, precisava de um estímulo, uma fantasia. Eu imaginava uma menina mais velha que eu gostava nua (naquela época, só os seios mesmo) e ficava imaginando eu beijando ela e me esfregando. Com o tempo, achei no quarto da minha mãe algumas revistas que davam dicas de sexo. Não tinha nada para ver a não ser ilustrações de posições. Nenhum órgão sexual exposto, mas os seios e a bunda das mulheres estava lá. E era uma época boa!
 
Assim que eu gozava, mijava logo em seguida, no chão mesmo. Me sentia como um primata, nu, sujo de porra e mijo.
 
Como eu disse em um post anterior, a cabeça do meu pênis ficava coberta quando ereto. E eu me masturbava de “forma errada”. Coloquei entre aspas porque dava resultado de qualquer forma e para mim era o correto. Basicamente consistia em usar ar duas mãos e esfregar o pênis duro com elas, como se fosse acender fogo em um pedaço de graveto. Se tiver interesse, no vídeo abaixo eu demonstro esse tipo de movimento com meu pau:
 
 
 
Como o prepúcio do meu pênis fazia muita fricção com a glande, o prazer era intenso e eu gozava rápido. Passei vários anos fazendo esse movimento de masturbação e devo dizer que até hoje eu faço. Uma vantagem dele é que no final o jato de sêmen é expelido de forma controlada, como se você espremesse uma pasta de dente. É muito bom para não fazer sujeira!
 
Eu tinha na cabeça que para bater punheta era necessário ficar pelado. E, de fato o tesão sempre aumenta quando você se masturba nu. Durante o frio, eu troquei o banheiro secundário pelo banho. Me masturbava lá debaixo do chuveiro.
 
Eu gostava de brincar com a porra. É grudenta e depois de um tempo vira uma cola que gruda os pelinhos acima da virilha e na barriga. Também vou ser honesto, já experimentei o gosto dela. Não é muito bom haha.
 

Então eu entrei no mundo da pornografia…

 
Lá pelos meus 13 anos eu entrei no Orkut, que era o Facebook da época. E fuçando por lá, por comunidades do tipo “Eu tenho foto pelado”, encontrei um perfil que havia postado várias fotos de uma mulher chupando o pênis de um cara como se fosse um picolé. Achei aquilo muito nojento, a ponto de quase vomitar e me arrependi de ter visto isso. Na época o Orkut não tinha controle de conteúdo explícito.
 
Porém a curiosidade venceu e depois de algumas semanas, decidi pesquisar fotos de gente pelada e parei em um blog com fotos de sexo. Ver tudo aquilo me deixou bastante assustado, mas o problema maior foi ao observar o pinto dos homens. Era igual a essa minha imagem abaixo:
 
 
 

Havia algo estranho na ponta, uma coisa rosa que meu pênis não tinha. E todos os caras que vi eram assim e a porra saia desse “negócio rosa”.

 
Continuei por um tempo agora me masturbando e lembrando do que vi no computador. Como tinha internet discada apenas nos finais de semana, tinha uma pasta reservada só com fotos de sexo, que eu olhava todo o dia.
 
Foi ao navegar na internet também que descobri que havia uma maneira diferente de se masturbar. Essa é a tradicional, com a mão deslizando da cabeça às bolas, simulando um orifício.
 
E a gozada é outro nível. O jato de porra é expelido como um foguete e a primeira vez que testei foi algo memorável que só foi superado quando perdi a virgindade três anos depois.
 
Sobre a questão do pênis, tive que fazer uma circuncisão, como relatei num post anterior. Agora minha cabeça está sempre exposta.
 
A pornografia foi útil para conhecer o sexo e ver um homem pelado com seu pau diferente do meu. Sinceramente eu gostaria de ter conhecido um blog como o meu antes.
 

Outro nível da punheta

 
Já faz anos desde que eu bato punheta. Mesmo tendo uma vida sexual bastante ativa, ainda valorizo os momentos que quero apenas me satisfazer sozinho, sem a presença de uma buceta. Apenas eu e meu pau.
 
Eu gosto de variar a forma como eu bato punheta. Não abandonei o pornô completamente, tenho até uma lista de vídeos que mais me excitam.
 
Mas sem dúvida a forma mais prazerosa que bato uma é ficando pelado, de pé e de olhos fechados ou me olhando no espelho. Aproveito o momento, deslizo com a mão direita o pau da cabeça às bolas. Quando estou prestes a gozar eu paro e repito várias vezes, aproveitando o prazer. Quando não aguento mais segurar, a porra cai direto no chão mesmo. É bem mais fácil de limpar do que cair na sua roupa.
 
Se tiver interesse, demonstro rapidamente no vídeo abaixo até chegar ao clímax.
 
 
 

E você, como iniciou a punheta e como isso mudou o conhecimento que você tem com o corpo?

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